quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Não perca tempo


Pare de procrastinar! Você deve estar se perguntando que palavra é essa, não é mesmo? Apesar de soar estranho aos seus ouvidos, tenho certeza que você vive colocando esse verbo em ação. Pois bem, esse termo vem do latim: pro(adiante) crastinus(amanhã), ou seja, adiar, demorar, deixar para amanhã o que se pode fazer hoje. Mas porque fazemos isso com tanta frequência?

Por exemplo, a calmaria deste blog, seria devido, realmente a correria do dia a dia, a falta de tempo ou a procrastinação? Bem no meu caso é devido à procrastinação, pois tenho vários textos ainda por fazer, várias idéias na cabeça, as quais sempre prefiro deixar para amanhã para serem expostas aqui, com a pretensão de surgirem novas idéias. Isso é só uma desculpa para mim mesma. Pois há tempos que não posto nada. Porém, esse amanhã demorou mas chegou e estou aqui...

O ato de protelar não é uma boa escolha. Pois a vida é feita de prazos, a todo o momento somos cobrados a fazer as coisas, cumprir horários e não há tempo para procrastinar. Ainda mais na minha futura profissão, onde terei que trabalhar com os famosos "deadlines", traduzidos ao pé da letra, linha da morte. E neste caso, procrastinar é quase que impossível.

Enfim, não basta só ficar na teoria temos que por em prática e parar de procrastinar. Pois como já dizia Cazuza “o tempo não para”, logo a vida também não. Por isso não deixe para amanhã o que você poderia fazer hoje. Mova-se, mexa-se, seja mais produtivo e vá fazer aquilo que você deixou pra depois, quando veio ler este post.

Por Rafaelle Monteiro

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

É esse tal de sentimento mesquinho

Esse final de semana aprendi duas coisas importantes, que a vida é feita de pequenos momentos, não importando a grandeza ou se é bom. Outra foi sobre a inveja e é sobre ela que eu vou falar hoje, tudo que vai volta, e a inveja tem uma proporção sem tamanho que quando ela chega a você tem uma força, quando volta pra pessoa é em dobro.
Hoje à tarde eu vi essa dor em uma pessoa que diz ser amiga, mas é falsa como uma nota de R$3,00, essa pessoa jogou tanta coisa ruim, quis imitar, quis fazer alvoroço com algo que não era dela, que hoje veio em dobro [estou sendo modesta].
Mas porque perder meu tempo falando sobre essa pessoa ruim pra mim? Porque eu não estou com pena dela, porque ela não foi nem será a primeira, porque a revolta que eu sinto hoje passou. Perguntaram se eu sinto pena dessa pessoa? Respondi que não, e você vai se perguntar se eu sou ruim, não eu não sou ruim, apenas aprendi que pena a gente tem que ter, que plantou o bem e por alguma razão não deu nada certo.
O que de fato realmente importa nessa vida, são as coisas que plantamos e cultivamos, e como já dizia uma música ‘então não me conte os seus problemas, hoje eu quero paz e quero amor’ então cada um que tome conta daquilo que anda fazendo, e não entregue os seus problemas as outras pessoas, não faça de ninguém o muro das lamentações e nem seja o de ninguém, porque geralmente aquele que te faz de ‘murinho’ amanha irá falar de você e acredite não serão coisas boas.
Esse foi só o meu desabafo, não quero mais escrever sobre esse assunto, estou de alma lavada.
Por Ana Vitoria Gaspar

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Há tempos que não escrevo no blog, há tempos que as meninas também não postam. Falta de criatividade? Sei lá, talvez muitas tarefas.
Mas hoje vou escrever sobre algo que todos torceram e aconteceu, o Rio vai sediar os jogos olimpicos de 2016, honestamente isso só vai interferir na vida de quem for participar dos jogos, nesse momento esta acontecendo uma festa em Copacabana em comemoração, mas e daí? A cidade vai ficar cheia de gringos, o policiamento na epoca dos jogos vai ser de 100% no local das competições e nas vilas olimpicas, aqui perto de casa tenho certeza que não vou ver metade desses jogos, só pela televisão mesmo se eu tiver tempo para assistir, espero eu em 2016 ser uma pessoa bastante ocupada, escrevendo minhas besteiras para jornais famosos (kkkkkkkkkkkkkk).
A mesma história do pan, vai se repetir nas olimpiadas, as melhorias só na epoca dos jogos, e depois? Assalto um atras do outro, cracolandia se formando uma em cada canto do Rio. Alguém sendo preso por isso? Não. Punição para essas coisas? Não. Antes de viver de aparencia para o mundo lá fora, deveria olhar aqui para dentro e ver o que de fato acontece na cidade maravilhosa, de cima ta tudo muito lindo, mas olha de perto ta tudo muito feio.
Não pense vocês que eu não gosto dessa cidade, pelo contrario, já morei 4 anos em outro Estado e sei como é dificil viver longe daqui, sei como da saudade, mas também já fui assaltada 2 vezes, fiquei perto de um tiroteio, entre outras coisas e hoje ando na minha terra com medo e assustada sem saber o que pode acontecer comigo na rua.

Por Ana Vitoria Gaspar

domingo, 23 de agosto de 2009

Entrando no clima de volta as aulas...


Jornalismo: a melhor profissão do mundo.

"Há uns cinqüenta anos não estavam na moda escolas de jornalismo. Aprendia-se nas redações, nas oficinas, no botequim do outro lado da rua, nas noitadas de sexta-feira. O jornal todo era uma fábrica que formava e informava sem equívocos e gerava opinião num ambiente de participação no qual a moral era conservada em seu lugar.
Não haviam sido instituídas as reuniões de pauta, mas às cinco da tarde, sem convocação oficial, todo mundo fazia uma pausa para descansar das tensões do dia e confluía num lugar qualquer da redação para tomar café. Era uma tertúlia aberta em que se discutiam a quente os temas de cada seção e se davam os toques finais na edição do dia seguinte. Os que não aprendiam naquelas cátedras ambulantes e apaixonadas de vinte e quatro horas diárias, ou os que se aborreciam de tanto falar da mesma coisa, era porque queriam ou acreditavam ser jornalistas, mas na realidade não o eram.
O jornal cabia então em três grandes seções: notícias, crônicas e reportagens, e notas editoriais. A seção mais delicada e de grande prestígio era a editorial. O cargo mais desvalido era o de repórter, que tinha ao mesmo tempo a conotação de aprendiz e de ajudante de pedreiro. O tempo e a profissão mesma demonstraram que o sistema nervoso do jornalismo circula na realidade em sentido contrário. Dou fé: aos 19 anos, sendo o pior dos estudantes de direito, comecei minha carreira como redator de notas editoriais e fui subindo pouco a pouco e com muito trabalho pelos degraus das diferentes seções, até o nível máximo de repórter raso.
A prática da profissão, ela própria, impunha a necessidade de se formar uma base cultural, e o ambiente de trabalho se encarregava de incentivar essa formação. A leitura era um vício profissional. Os autodidatas costumam ser ávidos e rápidos, e os daquele tempo o fomos de sobra para seguir abrindo caminho na vida para a melhor profissão do mundo - como nós a chamávamos. Alberto Lleras Camargo, que foi sempre jornalista e duas vezes presidente da Colômbia, não tinha sequer o curso secundário.
A criação posterior de escolas de jornalismo foi uma reação escolástica contra o fato consumado de que o ofício carecia de respaldo acadêmico. Agora as escolas existem não apenas para a imprensa escrita como para todos os meios inventados e por inventar. Mas em sua expansão varreram até o nome humilde que o ofício teve desde suas origens no século XV, e que agora não é mais jornalismo, mas Ciências da Comunicação ou Comunicação Social.
O resultado não é, em geral, alentador. Os jovens que saem desiludidos das escolas, com a vida pela frente, parecem desvinculados da realidade e de seus problemas vitais, e um afã de protagonismo prima sobre a vocação e as aptidões naturais. E em especial sobre as duas condições mais importantes: a criatividade e a prática.
Em sua maioria, os formados chegam com deficiências flagrantes, têm graves problemas de gramática e ortografia, e dificuldades para uma compreensão reflexiva dos textos. Alguns se gabam de poder ler de trás para frente um documento secreto no gabinete de um ministro, de gravar diálogos fortuitos sem prevenir o interlocutor, ou de usar como notícia uma conversa que de antemão se combinara confidencial.
O mais grave é que tais atentados contra a ética obedecem a uma noção intrépida da profissão, assumida conscientemente e orgulhosamente fundada na sacralização do furo a qualquer preço e acima de tudo. Seus autores não se comovem com a premissa de que a melhor notícia nem sempre é a que se dá primeiro, mas muitas vezes a que se dá melhor. Alguns, conscientes de suas deficiências, sentem-se fraudados pela faculdade onde estudaram e não lhes treme a voz quando culpam seus professores por não lhes terem inculcado as virtudes que agora lhes são requeridas, especialmente a curiosidade pela vida.
É certo que tais críticas valem para a educação geral, pervertida pela massificação de escolas que seguem a linha viciada do informativo ao invés do formativo. Mas no caso específico do jornalismo parece que, além disso, a profissão não conseguiu evoluir com a mesma velocidade que seus instrumentos e os jornalistas se extraviaram no labirinto de uma tecnologia disparada sem controle em direção ao futuro.
Quer dizer: as empresas empenharam-se a fundo na concorrência feroz da modernização material e deixaram para depois a formação de sua infantaria e os mecanismos de participação que no passado fortaleciam o espírito profissional. As redações são laboratórios assépticos para navegantes solitários, onde parece mais fácil comunicar-se com os fenômenos siderais do que com o coração dos leitores. A desumanização é galopante.
Não é fácil aceitar que o esplendor tecnológico e a vertigem das comunicações, que tanto desejávamos em nossos tempos, tenham servido para antecipar e agravar a agonia cotidiana do horário de fechamento.
Os principiantes queixam-se de que os editores lhes concedem três horas para uma tarefa que na hora da verdade é impossível em menos de seis, que lhes encomendam material para duas colunas e na hora da verdade lhes concedem apenas meia coluna, e no pânico do fechamento ninguém tem tempo nem ânimo para lhes explicar por que, e menos ainda para lhes dizer uma palavra de consolo.
"Nem sequer nos repreendem", diz um repórter novato ansioso por ter comunicação direta com seus chefes. Nada: o editor, que antes era um paizão sábio e compassivo, mal tem forças e tempo para sobreviver ele mesmo ao cativeiro da tecnologia.
A pressa e a restrição de espaço, creio, minimizaram a reportagem, que sempre tivemos na conta de gênero mais brilhante, mas que é também o que requer mais tempo, mais investigação, mais reflexão e um domínio certeiro da arte de escrever. É, na realidade, a reconstituição minuciosa e verídica do fato. Quer dizer: a notícia completa, tal como sucedeu na realidade, para que o leitor a conheça como se tivesse estado no local dos acontecimentos.
O gravador é culpado pela glorificação viciosa da entrevista. O rádio e a televisão, por sua própria natureza, converteram-na em gênero supremo, mas também a imprensa escrita parece compartilhar a idéia equivocada de que a voz da verdade não é tanto a do jornalista que viu como a do entrevistado que declarou. Para muitos redatores de jornais, a transcrição é a prova de fogo: confundem o som das palavras, tropeçam na semântica, naufragam na ortografia e morrem de enfarte com a sintaxe.
Talvez a solução seja voltar ao velho bloco de anotações, para que o jornalista vá editando com sua inteligência à medida que escuta, e restitua o gravador a sua categoria verdadeira, que é a de testemunho inquestionável. De todo modo, é um consolo supor que muitas das transgressões da ética, e outras tantas que aviltam e envergonham o jornalismo de hoje, nem sempre se devem à imoralidade, mas igualmente à falta de domínio do ofício.
Talvez a desgraça das faculdades de Comunicação Social seja ensinar muitas coisas úteis para a profissão, porém muito pouco da profissão propriamente dita. Claro que devem persistir em seus programas humanísticos, embora menos ambiciosos e peremptórios, para ajudar a constituir a base cultural que os alunos não trazem do curso secundário.
Entretanto, toda a formação deve se sustentar em três vigas mestras: a prioridade das aptidões e das vocações, a certeza de que a investigação não é uma especialidade dentro da profissão, mas que todo jornalismo deve ser investigativo por definição, e a consciência de que a ética não é uma condição ocasional, e sim que deve acompanhar sempre o jornalismo, como o zumbido acompanha o besouro.
O objetivo final deveria ser o retorno ao sistema primário de ensino em oficinas práticas formadas por pequenos grupos, com um aproveitamento crítico das experiências históricas, e em seu marco original de serviço público. Quer dizer: resgatar para a aprendizagem o espírito de tertúlia das cinco da tarde.
Um grupo de jornalistas independentes estamos tratando de fazê-lo, em Cartagena de Indias, para toda a América Latina, com um sistema de oficinas experimentais e itinerantes que leva o nome nada modesto de Fundação do Novo Jornalismo Ibero-Americano. É uma experiência piloto com jornalistas novos para trabalhar em alguma especialidade - reportagem, edição, entrevistas de rádio e televisão e tantas outras - sob a direção de um veterano da profissão."
A mídia faria bem em apoiar essa operação de resgate. Seja em suas redações, seja com cenários construídos intencionalmente, como os simuladores aéreos que reproduzem todos os incidentes de vôo, para que os estudantes aprendam a lidar com desastres antes que os encontrem de verdade atravessados em seu caminho. Porque o jornalismo é uma paixão insaciável que só se pode digerir e humanizar mediante a confrontação descarnada com a realidade.
Quem não sofreu essa servidão que se alimenta dos imprevistos da vida, não pode imaginá-la. Quem não viveu a palpitação sobrenatural da notícia, o orgasmo do furo, a demolição moral do fracasso, não pode sequer conceber o que são. Ninguém que não tenha nascido para isso e esteja disposto a viver só para isso poderia persistir numa profissão tão incompreensível e voraz, cuja obra termina depois de cada notícia, como se fora para sempre, mas que não concede um instante de paz enquanto não torna a começar com mais ardor do que nunca no minuto seguinte."

Gabriel García Márquez.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

analisando (por Mariana Debarba)


Algumas pessoas não deveriam morrer. Ou que, pelo menos vivessem muito tempo, tanto tempo que já tivessem feito tudo de bom que pudessem e mais um pouco. Eu sei que todos têm os mesmos direitos, e que se a pessoa foi embora é pq aos olhos de Deus já tinha cumprido sua missão aqui na Terra. Se alguém não pensa desse modo, me desculpe, mas é que às vezes canso de ser imparcial. Voltando ao assunto, esse mundo precisa de pessoas boas e quando essas se vão, eu fico pensando onde nós vamos parar. Esse mundo ainda tem jeito? Se as pessoas boas são perseguidas, caluniadas, difamadas e trapaceadas, o que mais falta acontecer? Eu sei que desde que o mundo é mundo há a maldade, porém não posso deixar de assumir que alguém que faz o bem a um número considerável de pessoas e apóia grandes causas sem muitas divulgações, merece respeito. Independente do que faça com o seu cabelo ou com quem tenha se casado.
As pessoas constantemente julgam, mas não são capazes de aceitar julgamento. Elas estão preocupadas em analisar a vida alheia, esquecem que também falham e que todos tem seu ponto fraco. Querem expor o próprio ponto de vista, mas não estão dispostas a ouvir o do outro e entender porque ele chegou àquela conclusão. Acreditam no que as convém e querem sempre que o próximo compartilhe da mesma idéia, mas pontos de visões diferentes existem e experiências também.
MAS como toda regra tem sua exceção, ainda existem pessoas que são compreensivas. Porém eu quero dividir com vocês uma pergunta: compreensão demais também cansa? No momento que você cai em si, percebe o rumo que sua vida tomou e que não está satisfeito com algumas coisas, é realmente a hora de fazer algo para mudar? Largar de mão? Ás vezes acredito que, sinto tanta falta de não sentir falta, que prefiro surtar, ser egoísta. É sentir tanta falta que a falta já vira hábito e você já não sente mais falta de alguma coisa ou alguém. É cansar de querer não sentir mais falta e poder tapar os buracos que a falta ocupou. Não queria confundir que está lendo, nem repetir tanto essa palavra “falta”, mas é inevitável. Ás vezes é tanta falta, que falta imaginação para pensar o que pode acontecer ou o que provavelmente acontecerá quando a falta for embora. Ela se aconchegou e fez de mim seu ninho.
Tem uma música que fala um pouco disso: “Falta tanta coisa na minha janela, como uma praia. Falta tanta coisa na memória, como o rosto dela. Falta tanto tempo no relógio, quanto uma semana. Sobra tanta falta de paciência, que me desespero. Sobram tantas meias-verdades, que guardo pra mim mesmo. Sobram tantos medos, que nem me protejo mais. Sobra tanto espaço dentro do abraço. Falta tanta coisa pra dizer que nunca consigo. Sei lá, se o que me deu foi dado. Sei lá, se o que me deu já é meu. Sei lá, se o que me deu foi dado ou se é seu”.


Isso passa. Eu domino meus sonhos e sentir falta de algo que DESEJAMOS é a prova que aquilo um dia vai ser seu. Se você quiser, é claro.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Frustração

As crianças são o alvo da publicidade, pois as mesmas não têm a capacidade de discernimento, para poder distinguir o poder persuasão que há em uma simples e “ingênua” publicidade.

Quando crianças, através das incessantes propagandas, somos instigados a desejar tal objeto, entretanto, nem sempre nossos pais tem condições para comprar, e com isso ficamos frustrados por não ter determinado brinquedo, e crescemos com aquilo em nosso inconsciente.

Ao chegar na fase adulta e com esforço de seu trabalho, você consegue obter sua independência financeira e acha que com isso poderá ter tudo aquilo que você almejava quando criança, entretanto, as coisas já não são como antes, mais você parece não enxergar, pois ao atingir tal “posição” surgem outros valores, como responsabilidades e prioridades, e que às vezes são ignorados, e o que tem mais importância é aquele vídeo game de seus sonhos.

E é a partir dessa frustração, que quando temos a possibilidade de conseguir tal “objeto”, às vezes deixamos de lado nossas responsabilidades e prioridades. Mas não é sempre podemos ter aquilo na hora que desejamos, mas não é por isso que vamos bancar o “coitadinho” e nem se sentir um “merda” perante os outros, pelo fato de que a vida não lhe deu tais oportunidades, o que devemos fazer é correr atrás de nossos objetivos, batalhar sempre, para que consigamos tudo que tanto queremos e nunca desistir mesmo que haja obstáculos em nosso caminho.


O importante não é o ter, e sim o ser... Pense nisso.



By: Rafaelle Monteiro

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Relacionamento em crise?

Se um relacionamento não anda bem, o melhor a se fazer é ter uma boa conversa, e se ainda assim não obter nenhum resultado e melhor terminar do que ficar empurrando com a barriga, fingindo que está tudo bem.

Na minha concepção quando assumimos um relacionamento sério com alguém, seja ele namoro ou casamento, esperamos que sejamos fiéis um para com o outro, respeitados, compreendidos, e acima de tudo amados. Entretanto, o que podemos ver hoje em dia, são pessoas que não estão “nem aí” com o sentimento dos outros, e adotam como uma filosofia de vida o seguinte ditado: O que os olhos não vêem o coração não sente, partindo desse pressuposto vocês já imaginam do que eu estou falando. E ainda tem a audácia de falar que fazem tal coisa porque querem aproveitar a vida, querem ter outras experiências, para poder ter certeza, de que está com pessoa certa... Mas, oras, se queres aproveitar a vida, curtir novas experiências, até achar a “pessoa certa”, ou se já está de “saco cheio” e melhor que fique solteiro(a), ou que tenha um relacionamento aberto.

Por mais que sua relação esteja desgastada isso não é desculpa, o certo é não iludir a outra pessoa, pois hoje você a faz com o seu “brinquedo”, amanha você pode estar nesta posição e não terá o direito de reclamar. Não faça com o outro, aquilo que não queremos que façam conosco.

Eu acho que quando temos uma pessoa que nos completa em todos os sentidos, não precisamos sair por aí, ou por uma eventualidade qualquer, ficar com outro alguém, afinal o mais interessante não é sair ficando com ”geral”, mas sim, ter ao nosso lado alguém que nos dará amor incondicional sem exigir nada em troca, ter alguém que vai cuidar de você, que vai telefonar só pra dizer bom dia, ter um colo em que possamos chorar, uma mão para enxugar nossas lágrimas, pois é sempre bom ter a nosso lado pessoas que amamos, que nos fazem bem, que tem algo de bom para nos acrescentar. O ser humano tem a necessidade de sempre ter alguém do seu lado para lhe dar amor, carinho, atenção, mesmo aqueles mais turrões, que dizem que amar é bobagem, mas quem pensa assim, é por que nunca amou verdadeiramente.

Obs: Creio que esta carapuça lhe servirá, apesar de não concordar com essa atitude, conte comigo sempre, e saiba que eu gosto muito de ti.



Por Rafaelle Monteiro *-*